Para você pintar sem gastar muito, este vídeo mostra uma maneira divertida de fazer uma cartela com papelão paraná
Como está no vídeo, esta cartela serve de suporte para pintura, é de custo menor ainda se usarmos materiais que temos em casa; por exemplo, podemos substituir o papelão paraná por outro papelão, de caixa de sapato, ou caixas que tem nos mercados para levarmos compras, a estopa pode ser substituída por um retalho de tecido qualquer, um pedaço de jeans, saco, é só usar a criatividade.
Para que fique com textura de cartão, é importante passarmos uma camada de massa acrílica e espalharmos de maneira uniforme e em seguida colocarmos a estopa e antes da secagem passarmos uma camada fina sobre a estopa, alisarmos por igual, até que a massa incorpore o tecido, como mostra o vídeo; aí espera secar totalmente.
O acabamento do verso é feito com grampeador de papel para facilitar; se você não tiver, pode apenas colar com cola branca, vai demorar um pouco, mas dará certo também.
Nas laterais deve-se dar o acabamento com massa para ficar tudo por igual, sem desfiar.
Agora depois dessas etapas, passar uma segunda demão de massa acrílica sobre a estopa, deixando que apareça um pouco da trama do tecido. Aguardar secagem.
Cortar um pedaço de papel um pouco menor que a cartela, colar com cola branca, alisando bem para arrematar o avesso.
Depois que estiver bem seco, pintar com látex branca, frente e verso.
O verniz acrílico é opcional, você pode ou não passar.
Confira o passo a passo no vídeo abaixo: Manda ver-cartela
terça-feira, 24 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Complementando: Restauração 2 - a tela do Flávio (final)
Complementação do vídeo de restauração: a tela do Flávio (final)
Esta tela pertence ao Flávio e como é uma pintura de família, tem para ele um valor afetivo; por isso ele preferiu que eu fizesse a restauração com as tintas à óleo e massa acrílica.
Tudo isso está no vídeo, na postagem abaixo.
Continuando: esperei um dia de secagem da massa acrílica para iniciar a pintura.
Uma tela clássica, geralmente a paleta usada quando foi pintada segue um padrão de tons terrosos, então selecionei:
branco titânio, amarelo cádmio, vermelho cádmio, carmim, terra de siena queimada, terra de siena natural, azul da prússia, azul ultramar.
Misturei para pintar a arara na parte vermelha: branco, vermelho e carmim, observando igualar o tom da pintura; as vezes foi preciso queimar o tom com um pouco de siena, ou siena natural para dar um tom mais envelhecido.
Na parte azul, misturei: branco, azul da prússia, azul ultramar, siena natural e siena queimada.
Toda mistura deve ser observada a quantidade de cor que acrescentamos, qual o tom predominante, sempre tonalizamos sobre o branco, porque é uma forma de controlarmos essa mistura se ela for de tom claro; quando é um tom mais escuro, devemos observar a tonalidade que predomina, e nessa cor levarmos as outras cores, assim, ficará mais fácil.
Na água e na mata, usei azul da prússia, azul ultramar, branco, siena natural, ocasionalmente amarelo, siena queimada, vermelho, de acordo com os tons das partes a serem pintadas.
O retoque se resume apenas sobre a massa, não deve ultrapassar a área branca da massa acrílica.
Aguardei secagem de uns 3 dias.
Em algumas telas não conseguimos igualar totalmente as cores, percebendo pequenas diferenças depois que as tintas secam. Isso acontece porque as marcas de tintas, usam pigmentos diferentes, ou então, o pintor usou uma paleta de muitas misturas, ex: muitos tons de azul, ou na mistura ao pintar usou tons muito misturados (que estavam na paleta). Normalmente as diferenças são quase imperceptíveis.
Então apliquei o verniz natural - se quiser mais informação veja no Youtube.com/Nancy Carpi , em Restauração - verniz natural), ensino a fazer. Este verniz, protege a pintura de sugidades e pó, é de fácil remoção, aviva as cores e contrastes, faz quase tudo que um verniz químico faz. Se depois de secar, ficar com aspecto de casquinha, embaçada em alguns lugares, é porque o dia estava muito seco; é só esbater um pano úmido em água quente, levemente.
Uma pintura trincada (craquelê) se não estiver soltando com a argamassa da tela, não há motivo de preocupação, isso é ação do tempo e não tem como retirar ou retocar, não irá desaparecer e não vai tirar a beleza da pintura.
Confira tudo no vídeo: Restauração2- a tela do Flávio (final)
Esta tela pertence ao Flávio e como é uma pintura de família, tem para ele um valor afetivo; por isso ele preferiu que eu fizesse a restauração com as tintas à óleo e massa acrílica.
Tudo isso está no vídeo, na postagem abaixo.
Continuando: esperei um dia de secagem da massa acrílica para iniciar a pintura.
Uma tela clássica, geralmente a paleta usada quando foi pintada segue um padrão de tons terrosos, então selecionei:
branco titânio, amarelo cádmio, vermelho cádmio, carmim, terra de siena queimada, terra de siena natural, azul da prússia, azul ultramar.
Misturei para pintar a arara na parte vermelha: branco, vermelho e carmim, observando igualar o tom da pintura; as vezes foi preciso queimar o tom com um pouco de siena, ou siena natural para dar um tom mais envelhecido.
Na parte azul, misturei: branco, azul da prússia, azul ultramar, siena natural e siena queimada.
Toda mistura deve ser observada a quantidade de cor que acrescentamos, qual o tom predominante, sempre tonalizamos sobre o branco, porque é uma forma de controlarmos essa mistura se ela for de tom claro; quando é um tom mais escuro, devemos observar a tonalidade que predomina, e nessa cor levarmos as outras cores, assim, ficará mais fácil.
Na água e na mata, usei azul da prússia, azul ultramar, branco, siena natural, ocasionalmente amarelo, siena queimada, vermelho, de acordo com os tons das partes a serem pintadas.
O retoque se resume apenas sobre a massa, não deve ultrapassar a área branca da massa acrílica.
Aguardei secagem de uns 3 dias.
Em algumas telas não conseguimos igualar totalmente as cores, percebendo pequenas diferenças depois que as tintas secam. Isso acontece porque as marcas de tintas, usam pigmentos diferentes, ou então, o pintor usou uma paleta de muitas misturas, ex: muitos tons de azul, ou na mistura ao pintar usou tons muito misturados (que estavam na paleta). Normalmente as diferenças são quase imperceptíveis.
Então apliquei o verniz natural - se quiser mais informação veja no Youtube.com/Nancy Carpi , em Restauração - verniz natural), ensino a fazer. Este verniz, protege a pintura de sugidades e pó, é de fácil remoção, aviva as cores e contrastes, faz quase tudo que um verniz químico faz. Se depois de secar, ficar com aspecto de casquinha, embaçada em alguns lugares, é porque o dia estava muito seco; é só esbater um pano úmido em água quente, levemente.
Uma pintura trincada (craquelê) se não estiver soltando com a argamassa da tela, não há motivo de preocupação, isso é ação do tempo e não tem como retirar ou retocar, não irá desaparecer e não vai tirar a beleza da pintura.
Confira tudo no vídeo: Restauração2- a tela do Flávio (final)
terça-feira, 17 de setembro de 2013
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